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14 de novembro de 2010

Sobre o Amor....


No capítulo 3 da carta de Paulo aos efésios, o apóstolo fala um pouco sobre o seu trabalho entre os não-judeus. Reafirma que sob as condições da nova aliança, todo aquele que crê, passa a fazer parte do povo de Deus. Paulo estava preso, e tinha a preocupação de que os efésios não desanimassem por causa do sofrimento que ele estava passando. Dá palavras de ânimo para que mantenham a fé independente das circunstâncias.
Paulo ora por eles, a fim de que vivam em cima do alicerce sólido que é o amor. “E peço a Deus que, da riqueza da sua glória, Ele, por meio do seu Espírito, dê a vocês poder para que sejam espiritualmente fortes. Peço também que, por meio da fé, Cristo viva no coração de vocês. E oro pra que vocês tenham raízes alicerçadas no amor.” V.16-18


AMAR – requer de nós esforço! Certa vez ouvi, que amor é muito mais comportamento do que sentimento. Amor exige sacrifício. A Bíblia Diz que Deus é amor, e portanto, Ele é o alicerce sólido em quem temos de nos firmar.
Na cultura grega, o amor é observado nas direções para as quais se volta. O amor Philéo é o amor amizade. Não tem vínculo biológico, sanguíneo ou cultural. O amor Storge, é o amor dos pais pelos filhos. O amor Eros é o amor de um homem por uma mulher, porém, não como sinônimo de perversão. Tem um caráter mais humano pois envolve o desejo, mas isso não torna ninguém menos espiritual. O prazer sem Eros, é a busca do desejo mecânica e animal, enquanto que em Eros, o desejo repousa sobre a busca da pessoa amada. É o mais frágil dos amores devido a sua necessidade de ser alimentado. O amor Ágape, é o amor caridade. Sua origem está em Deus. É o mais excelente de todos os amores. Doa e não espera recompensas. O Ágape não promete vantagens, mas o poder de um espírito rico e de um caráter marcado pelas insígnias do bem.
No entanto, faz-se necessário entender, que não podemos oferecer aquilo que já não tenhamos recebido. Quando meditamos e aceitamos o que Cristo fez por nós, vamos sendo aos poucos capacitados para vivermos uma vida em amor. É difícil, mas não impossível. Amor a Deus, amor pela própria alma, e amor por aqueles que não conhecem a Deus. Embora não possamos compreender o amor de Cristo em toda a “sua largura, comprimento, altura e profundidade”, podemos pela fé aceitar o sacrifício que Ele fez por nós, tendo uma razão mais elevada para resistir à tentação de desistir.
A largura deste amor, mostra a sua magnitude a todas as nações e classes sociais. O seu comprimento mostra que este amor vai de eternidade a eternidade. A profundidade mostra a salvação daqueles que submergiram nas profundezas do pecado e da miséria. A altura, fala de como o amor nos eleva à felicidade e à glória celestial. Somente o amor de Deus pode ocupar o grande vazio da nossa alma!
Deus não pode fazer algo por um homem, a menos que este reconheça a sua necessidade. Geralmente, pessoas as quais Deus tem um grande apreço, são pequenas e incapazes aos próprios olhos. Quando se sentir fraco, desorientado, e sem forças para amar, peça a ajuda daquele que te conhece... Deus . Então, me utilizo das palavras de Paulo no fim deste capítulo, no versículo 20: “ e agora, que a glória seja dada a Deus, o qual, por meio do seu poder que age em nós, pode fazer muito mais do que pedimos ou até pensamos.”
Nenhum alicerce é construído sem esforços. É um desafio mantermos a fé e também amar, principalmente quando o comportamento amoroso nos tira da nossa comodidade. Mas podemos ofertar o que recebemos em abundância!!
Késia Mesquita

13 de novembro de 2010

UM BRASIL EVANGÉLICO?




Os índices de crescimento dos evangélicos no Brasil não me enchem os olhos, nem me causam um grande entusiasmo. Falar que é "evangélico" não diz lá muita coisa.

Muita gente se diz "evangélico", que de cristão autêntico não tem é nada. Só fazem escandalizar o "Evangelho", e isso vai de pastor a congregado de igreja.

Muitos se tornam "evangélicos" por conveniência:

- Para conseguir um casamento
- Para conquistar eleitores (existem políticos que só tornam-se "evangélicos" de quatro em quatro anos, sempre no período eleitoral)
- Para se alto proclamar pastor e abrir seu pequeno (ou grande) negócio (igreja)
- Para mascarar seu verdadeiro caráter corrupto e malígno
- Para alcançar qualque outro tipo de vantagem ou interesse

Quantidade nem sempre é tudo. Precisamos é de crentes de verdade, de cristãos que honrem seus compromissos, que tenham palavra, que não se vendam para políticos, que falem a verdade, que respeitem seus superiores, que amem seus cônjuges e filhos, que não aceitem propina, que vão aos cultos verdadeiramente adorar a Deus, que não sintam vergonha de se declarar cristãos, que não relativizem a moral cristã e a Bíblia, que procurem obedecer a Palavra de Deus, que amem a Jesus!

Não queremos um Brasil cheio de "evangélicos", precisamos é de um país repleto de pessoas que pela fé reconheceram sua condição de pecadores, que voluntariamente e alegremente receberam a Jesus como seu Senhor e salvador.

Desejamos sim, é o crescimento do número de "nascidos de novo" (Jo 3.3), de cristãos que andem em santidade e temor diante de Deus (Hb 12.14)!

É dessa nação e povo que fala o Salmo 33.12

יב אַשְׁרֵי הַגּוֹי, אֲשֶׁר-יְהוָה אֱלֹהָיו; הָעָם, בָּחַר לְנַחֲלָה לוֹ.

 
 
Pastor Altair Germano

12 de novembro de 2010

Jozyanne - Herança (CD Herança - Lançamento 2010)

11 de novembro de 2010

Postagem 7

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